quinta-feira, 27 de fevereiro de 2025

GEOGRAFIA -O Tratado de Tordesilhas: Dividindo o Novo Mundo

 LINK AULA 

https://docs.google.com/presentation/d/1JvWBhOIJz44N76_YmgrEUGbjVbiro16r/edit?usp=sharing&ouid=114962864077600889158&rtpof=true&sd=true

ATIVIDADES -Crescente Fértil II- PORF. AMGS

 LINK 01

https://wordwall.net/play/87548/279/252

LINK 02

https://wordwall.net/play/87548/279/667

LINK 03

https://wordwall.net/play/87548/279/131

LINK 04

https://wordwall.net/play/87547/995/971

LINK 05

https://wordwall.net/play/87547/995/645

LINK 06

https://wordwall.net/play/87547/995/957

LINK 07

https://wordwall.net/play/87548/279/729

LINK 08

https://wordwall.net/play/87548/279/606

LINK 09

https://wordwall.net/play/87548/279/735

LINK 10

https://wordwall.net/play/87577/350/238

LINK 11

https://wordwall.net/play/87577/350/813

TRILHAS 04/07 PROF.AMGS

 LINK 01

https://gamma.app/docs/A-Escrita-Cuneiforme-O-Primeiro-Sistema-de-Escrita-da-Humanidade-7wde8xwsx5w2fov

LINK 02

https://gamma.app/docs/Ferramentas-e-Armas-de-Bronze-Uma-Revolucao-na-Historia-ov9jmwllubbit1o

LINK 03

https://gamma.app/docs/O-Arado-e-a-Roda-Invencoes-que-Mudaram-o-Mundo-cuv73jd8wgbs2ie

HIST/RO- FORTE PRÍNCIPE DA BEIRA – PARTE II



LINK 01

https://gamma.app/docs/FORTE-PRINCIPE-DA-BEIRA-syz77o3mudx1up3

LINK 02


https://gamma.app/docs/FORTE-PRINCIPE-DA-BEIRA-PARTE-II-rq35vfygs1vi6vq 

ATIVIDADES -Tratado de Tordesilhas: PROF. AMGS

 

LINK 01

https://wordwall.net/play/87579/009/397

LINK 02

https://wordwall.net/play/87578/334/249 


LINK 03

https://wordwall.net/play/87578/334/633

LINK 04

https://wordwall.net/play/87010/012/635

REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

 LINK 01

https://wordwall.net/play/87575/415/731

LINK 02

https://wordwall.net/play/87575/415/753

LINK 03

https://wordwall.net/play/87575/415/376

LINK 04

https://wordwall.net/play/87574/810/929

LINK 05

https://wordwall.net/play/87574/810/546

LINK 06

https://wordwall.net/play/87574/327/362

LINK 07

https://wordwall.net/play/87574/327/366

LINK  08

https://wordwall.net/play/3329/550/45834

LINK 09

https://wordwall.net/play/87587/256/833

LINK 10

https://wordwall.net/play/87587/256/141



terça-feira, 25 de fevereiro de 2025

A CRIAÇÃO DO TERRITORIO FEDERAL DO GUAPORÉ

 


          Em 1940 Getúlio Vargas visitou Porto Velho, recepcionado por Aluízio Ferreira, de modo a influenciar o presidente a transformar a região em Território.

          Com a implementação dos Acordos de Washington, um novo surto migratório veio a aumentar a população da área, que viria a ser o Território Federal do Guaporé. A intensa busca pela borracha, trouxe contingentes de trabalhadores da região Nordeste para o  vales do madeira e, Mamoré e Guaporé.

          Em 1943 através do Decreto-Lei 5.812 de 13 de setembro foi criado o Território Federal do Guaporé sendo desmembrado do estado do Amazonas e do Mato Grosso. Seus limites passavam pelo rio Purus na  parte ao  norte.

          Criado o território, foram definidos seus municípios pelo Decreto Lei 5.839,de  21 de setembro do mesmo ano: Lábrea, formado por parte dos município de Lábrea  e Canutama (Am); Porto velho que pertencia ao Estado do Amazonas, manteve sua área tornando-se a capital do Território; Alto Madeira, parte do antigo município de Santo Antonio, pertencente ao Mato Grosso; Guajará-Mirim, compreendendo partes dos municípios de Guajará-Mirim e da cidade de Mato Grosso (atual Vila Bela).

          Para a criação de novas províncias ou estados na Amazônia, a criação do Território Federal do Guaporé apresentou dificuldades já anteriormente sentidas, no tocante à demarcação de seus limites.

          Antes da criação do Território do Guaporé a comunicação entre Santo Antônio do Rio Madeira pertencente ao Estado do Mato Grosso era feita de forma mais eficiente com Manaus, no Estado do Amazonas, do que  com a capital de Mato Grosso, Cuiabá. Concorria para essa situação a dificuldade de transporte por via fluvial, das inúmeras cachoeiras. Além de inseguranças quanto ao transporte terrestres entre Vila Bela e Cuiabá.

          A inclusão do município de Lábrea, na área do Território Federal do Guaporé, revelou-se problemática, apesar da proximidade em linha reta até porto Velho, 190 km, a inexistência de estrada fazia com que os habitantes de Lábrea percorresse  o rio  Purus até a sua foz no Amazonas e desde até a foz do Madeira e daí navegar  pelo Madeira até  Porto Velho, percorrendo 2.500 km de rios.

          Essa situação foi corrigida nos dois anos seguintes a criação do Território do Guaporé. Os decretos nº. 6.550 de 31 de maio de 1944 e 7.470 de 17 de abril de 1945 visavam a ajustarem moldes mais realistas a área do território.

          A conseqüência desse decreto foi o retorno do município de Lábrea à jurisdição do Estado do Amazonas. A evidente decadência ocasionou sua extinção e anexação ao município de Porto Velho.

          Restaram então dois municípios no território, o de Porto Velho (Abunã, Ariquemes, Calama, Jaci-Paraná e Rondônia) e o de Guajará-Mirim (Pedras Negras e Príncipe da Beira).

          A idéia de homenagear Rondon não foi esquecida, em 1956 o deputado federal Áureo Melo, membro da do PTB do AM e natural de Abunã, propôs a modificação do nome do Território para Rondônia. A proposta foi concretizada quando o Presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira assinou a Lei nº. 2.731 em 17 de fevereiro de 1956.

https://gamma.app/docs/Criacao-do-Territorio-Federal-do-Guapore-Aluizio-Ferreira-a5zq0w4453b6jkc

TRILHAS 3º ANOS

 LINK 01

https://gamma.app/docs/Historia-da-Sumeria-A-Primeira-Grande-Civilizacao-hd7mtopq05tmfjp


LINK 02

https://gamma.app/docs/Imperio-Babilonico-mx1lennne198jl8

LINK 03

https://gamma.app/docs/O-Codigo-de-Hamurabi-ejk4plbjh8e38xx

 Outras Modalidades de Trabalho Remunerado

O mundo do trabalho tem passado por constantes transformações devido ao avanço tecnológico, às mudanças sociais e às novas demandas do mercado. Além do emprego formal tradicional, diversas modalidades de trabalho remunerado têm se consolidado como alternativas viáveis para milhões de trabalhadores ao redor do mundo. Entre essas modalidades, destacam-se o trabalho autônomo, freelancer, teletrabalho, trabalho intermitente e cooperativismo.

1. Trabalho Autônomo

O trabalho autônomo é caracterizado pela independência do trabalhador em relação a um empregador fixo. O profissional autônomo presta serviços para diversos clientes e tem total controle sobre sua rotina, remuneração e estratégias de trabalho. Essa modalidade é comum entre médicos, advogados, dentistas, artesãos e motoristas de aplicativos. Apesar da liberdade, o autônomo deve gerenciar sua própria carga tributária e benefícios, como previdência e plano de saúde.

2. Trabalho Freelancer

O freelancer é um profissional que executa serviços sob demanda, geralmente em áreas como design, redação, programação, fotografia e marketing digital. Essa modalidade permite flexibilidade de horários e diversidade de clientes, sendo uma alternativa atrativa para aqueles que buscam autonomia e variedade no trabalho. No entanto, os freelancers podem enfrentar desafios, como a instabilidade financeira e a necessidade de prospecção constante de novos projetos.

3. Teletrabalho

O teletrabalho, ou trabalho remoto, ganhou força nos últimos anos, principalmente devido ao avanço das tecnologias de comunicação e ao impacto da pandemia de COVID-19. Nessa modalidade, o profissional executa suas atividades fora do ambiente corporativo, utilizando ferramentas digitais para se conectar com a equipe e clientes. Esse modelo proporciona economia de tempo e recursos, mas também exige disciplina, organização e capacidade de autogestão.

4. Trabalho Intermitente

O trabalho intermitente é uma forma de contratação em que o empregado presta serviços esporádicos para um empregador, sendo remunerado apenas pelas horas efetivamente trabalhadas. Esse modelo foi regulamentado em alguns países como alternativa para atender demandas sazonais de empresas, principalmente em setores como comércio e eventos. No entanto, essa modalidade pode oferecer menos segurança financeira e estabilidade ao trabalhador.

5. Cooperativismo de Trabalho

As cooperativas de trabalho são associações de trabalhadores que se organizam coletivamente para prestar serviços e dividir os lucros obtidos. Esse modelo visa promover a igualdade entre os membros e garantir melhores condições de trabalho. As cooperativas podem atuar em diversos setores, como agricultura, transporte, saúde e educação. Embora ofereçam maior autonomia e participação nos lucros, é fundamental que os cooperados tenham um bom planejamento e gestão para garantir a sustentabilidade da cooperativa.

Considerações Finais

As novas modalidades de trabalho remunerado oferecem diferentes níveis de flexibilidade, autonomia e estabilidade financeira. Cada trabalhador deve avaliar suas habilidades, preferências e necessidades para escolher a melhor alternativa para sua carreira. Com o avanço das tecnologias e mudanças no mercado de trabalho, espera-se que essas modalidades continuem evoluindo e se tornando cada vez mais relevantes na economia global.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2025

Cadeias e teias alimentares

 LINK 01

https://wordwall.net/play/10642/115/7773

LINK 02

https://wordwall.net/play/13288/068/1981

LINK 03

https://wordwall.net/play/16074/577/215

LINK 04

https://wordwall.net/play/77315/384/610


Cadeias Alimentares: A Rede da Vida

 

LINK AULA

https://gamma.app/docs/Cadeias-Alimentares-A-Rede-da-Vida-vtvtm9of0jui514

Bullying: Um Problema Real nas Escolas Brasileiras

 LINK 

https://gamma.app/docs/Bullying-Um-Problema-Real-nas-Escolas-Brasileiras-onsuq0gwvwrl6mq

LINK 01

https://kahoot.it/challenge/05499822

LINK 02

https://kahoot.it/challenge/05341721

LINK 03

https://kahoot.it/challenge/08893992

As Funções da Arte: Expressão, Comunicação, Crítica e Reflexão

 link 01

https://kahoot.it/challenge/07206241

link 02

https://kahoot.it/challenge/0374890


link 03

https://wordwall.net/play/6446/610/8428

link 04

https://wordwall.net/play/6446/610/6914

LINK 05

https://kahoot.it/challenge/06607787

LINK 06

https://kahoot.it/challenge/05150634

LINK 07

https://wordwall.net/play/16717/630/250

LINK 08

https://wordwall.net/play/3991/110/538

LINK 09

https://wordwall.net/play/7975/115/491

LINK 10

https://wordwall.net/play/16808/574/9383

A Arte: Definição, Origem e Funções

 LINK 

https://gamma.app/docs/A-Arte-Definicao-Origem-e-Funcoes-i99iqkzj68ghddt

Resumo sobre "A Arte: Definição, Origem e Funções"

Definição
A arte é a expressão da criatividade humana por meio de diversas linguagens – como pintura, escultura, música, literatura, dança e teatro – que permite transmitir emoções, ideias e visões de mundo. Ela serve como meio de comunicação, possibilitando ao artista expressar sua subjetividade e compartilhar experiências com o público.

Origem
A origem da arte remonta aos primórdios da humanidade. Em épocas pré-históricas, as primeiras manifestações artísticas, como as pinturas rupestres e esculturas primitivas, surgiram como formas de registrar experiências, crenças e o ambiente ao redor. Essas expressões eram, muitas vezes, ligadas a rituais e práticas espirituais, refletindo a necessidade humana de interpretar e se relacionar com o mundo.

Funções
A arte desempenha funções múltiplas e dinâmicas, que variam conforme o contexto cultural e histórico:

  • Expressiva: Permite a manifestação de sentimentos, pensamentos e identidades individuais ou coletivas.
  • Comunicativa: Funciona como uma linguagem universal, transmitindo mensagens que podem transcender barreiras culturais e linguísticas.
  • Estética: Proporciona prazer visual, auditivo ou sensorial, estimulando a apreciação da beleza e da criatividade.
  • Social e Crítica: Pode servir como ferramenta de reflexão e crítica social, desafiando normas, questionando realidades e propondo novas perspectivas.
  • Cultural: Contribui para a preservação da memória e da identidade cultural, atuando como registro histórico das transformações sociais e culturais ao longo do tempo.

Em síntese, a arte é uma manifestação essencial da condição humana, que evoluiu desde as primeiras expressões simbólicas até as complexas formas contemporâneas, desempenhando papéis vitais na comunicação, na estética e na crítica social.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2025

ATIVIDADES - NUTRIENTES

 LINK 01

https://wordwall.net/play/86932/693/220


LINK 02

https://wordwall.net/play/87092/216/898

LINK 03

https://wordwall.net/play/87092/216/698

LINK 04

https://wordwall.net/play/77315/400/447

LINK 05

https://wordwall.net/play/77118/134/161

LINK 06

https://wordwall.net/play/20034/768/600

LINK 07

https://wordwall.net/play/4194/083/5111

LINK 08

https://wordwall.net/play/60376/967/251

LINK 09

https://wordwall.net/play/4531/090/8517

KAHOOT

https://kahoot.it/challenge/08785541


KAHOOT

https://kahoot.it/challenge/01886406?challenge-id=fd6b6d5a-99bd-4173-ab2f-d1fc593b7c39_1739838351760


KAHOOT

https://kahoot.it/challenge/03811876

KAHOOT

https://kahoot.it/challenge/04153641




Questionário de Rondônia


LINK 01

https://wordwall.net/play/87011/136/222 

LINK 02

https://wordwall.net/play/87010/012/384


LINK 03

https://wordwall.net/play/81375/595/346


LINK 04

https://wordwall.net/play/17156/896/825


KAHOOT

https://kahoot.it/challenge/09237059

KAHOOT

https://kahoot.it/challenge/02754345

KAHOOT

https://kahoot.it/challenge/0793038

GEO/RO -Relevo, vegetação, clima e hidrografia de Rondônia

 AULA LINK 

https://docs.google.com/presentation/d/1AXNzbh5VOsIhQdGTykAEzhFtrU3YCVKQ/edit?usp=sharing&ouid=114962864077600889158&rtpof=true&sd=true

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2025

ATIVIDADES - CRESCENTE FÉRTIL: TRILHAS


LINK 01

https://wordwall.net/play/87124/134/376


LINK 02

 https://wordwall.net/play/87124/134/296


LINK 03

https://wordwall.net/play/87124/134/380


LINK 04

https://wordwall.net/play/87123/505/741


LINK 05

https://wordwall.net/play/87123/505/185


KAHOOT

https://kahoot.it/challenge/0645627


KAHOOT

https://kahoot.it/challenge/05071379


KAHOOT

https://kahoot.it/challenge/07153836

ATIVIDADES -Criação do Território Federal do Guaporé

 ATIVIDADE 01

https://wordwall.net/pt/resource/87010012


ATIVIDADE 02

https://wordwall.net/pt/resource/87010012


ATIVIDADE 03

https://wordwall.net/pt/resource/86719183


ATIVIDADES 04

https://kahoot.it/challenge/06066568


ATIVIDADES 05

https://kahoot.it/challenge/06968188

ATIVIDADES 06

https://kahoot.it/challenge/09603980

Criação do Território Federal do Guaporé - HISTÓRIA DE RONDÔNIA

 AULA LINK

https://gamma.app/docs/Criacao-do-Territorio-Federal-do-Guapore-Aluizio-Ferreira-a5zq0w4453b6jkc

ATIVIDADES - GEOGRAFIA DE RONDÔNIA

 LINK 01

https://wordwall.net/play/87011/136/735

LINK 02

https://wordwall.net/play/87010/012/417

LINK 03

https://wordwall.net/play/86719/183/679


KAHAOO T

https://kahoot.it/challenge/04808787

KAHOOT

https://kahoot.it/challenge/02259956

KAHOOT

https://kahoot.it/challenge/06285057

ATIVIDADE DE RONDÔNIA -HISTÓRIA E GEOGRAFIA

LINK 01

https://kahoot.it/challenge/06119717

LINK 02

https://kahoot.it/challenge/01618221

LINK 03

https://kahoot.it/challenge/02126243

LINK 04

https://kahoot.it/challenge/0441956

Relevo, vegetação, clima e hidrografia de Rondônia

 

LINK DA AULA

https://gamma.app/docs/Relevo-vegetacao-clima-e-hidrografia-de-Rondonia-7rousguyw6zlyu5

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2025

Outras Modalidades de Trabalho Remunerado

 

Outras Modalidades de Trabalho Remunerado

O mundo do trabalho tem passado por transformações significativas, impulsionadas por avanços tecnológicos, mudanças econômicas e novas demandas da sociedade. Além do trabalho formal com carteira assinada, diversas modalidades de trabalho remunerado têm ganhado destaque, oferecendo oportunidades para profissionais de diferentes áreas. A seguir, destacamos algumas das principais formas alternativas de trabalho remunerado.

1. Trabalho Autônomo

O trabalho autônomo refere-se à prestação de serviços sem vínculo empregatício com empresas ou empregadores. O profissional tem liberdade para escolher seus clientes e definir sua carga horária. Exemplos incluem:

  • Profissionais liberais (advogados, médicos, arquitetos);

  • Prestadores de serviços (eletricistas, encanadores, cabeleireiros);

  • Artesãos e artistas independentes.

2. Freelancer

Os freelancers são trabalhadores independentes que oferecem serviços específicos, geralmente em áreas como design, redação, programação e marketing digital. Esse modelo permite flexibilidade e a possibilidade de atender a clientes em diferentes locais do mundo, muitas vezes por meio de plataformas online.

3. Trabalho Temporário

Empresas frequentemente contratam trabalhadores temporários para suprir demandas sazonais ou projetos específicos. Esse tipo de contrato pode durar dias, semanas ou meses e ocorre muito em setores como comércio, indústria e eventos.

4. Trabalho Home Office e Teletrabalho

Com a evolução das tecnologias da informação, o trabalho remoto tornou-se uma opção viável para muitas profissões. O home office permite que o profissional desempenhe suas funções em casa, enquanto o teletrabalho pode ser realizado de qualquer local com acesso à internet.

5. Economia Gig e Trabalho por Aplicativo

A economia gig baseia-se em trabalhos eventuais ou sob demanda, muitas vezes intermediados por aplicativos. Exemplos incluem motoristas de transporte particular, entregadores de comida e profissionais de serviços domésticos.

6. Cooperativismo de Trabalho

Nessa modalidade, profissionais se organizam em cooperativas para oferecer serviços coletivamente. Esse modelo é comum em áreas como agricultura, artesanato, transporte e saúde.

7. Trabalho Informal

O trabalho informal abrange atividades sem registro oficial, como vendedores ambulantes, diaristas e prestadores de pequenos serviços. Apesar de garantir flexibilidade, essa modalidade pode carecer de benefícios trabalhistas e segurança previdenciária.

8. Trabalho Voluntário Remunerado

Algumas instituições oferecem remuneração simbólica para voluntários que atuam em projetos sociais, culturais ou ambientais. Esse modelo combina propósito social com uma forma de sustento.

9. Trabalho Intermitente

Regulamentado por algumas legislações, o trabalho intermitente permite que o trabalhador atue apenas quando solicitado, recebendo pagamento proporcional ao tempo trabalhado. É comum em setores como hotelaria, eventos e comércio.

Considerações Finais

O mercado de trabalho está cada vez mais diversificado, e as novas modalidades de trabalho remunerado possibilitam que profissionais escolham o modelo que melhor se adapta às suas necessidades e estilo de vida. Independentemente da modalidade escolhida, é essencial que o trabalhador esteja atento aos direitos e deveres envolvidos, garantindo sua segurança financeira e profissional.

LINK 

https://gamma.app/docs/Outras-Modalidades-de-Trabalho-Remunerado-4av8b6mmncb63zu

Friagem em Rondônia

 Friagem em Rondônia

O rondoniano é frequentemente surpreendido no inverno pelo fenômeno da "friagem", que ocorre entre junho e agosto. Essa brusca queda de temperatura é provocada pela entrada de uma frente de massa de ar polar proveniente do sul. As temperaturas mínimas diárias podem atingir 8ºC, e na Chapada dos Parecis, já foram registradas mínimas de 0ºC durante a ocorrência do fenômeno.

Para compreender melhor o fenômeno da friagem, observe os dois mapas a seguir, que ilustram o funcionamento das massas de ar na região.

Significado das siglas das massas de ar:

Massas de ar quentes e úmedas:

  • mEa - Massa Equatorial Atlântica

  • mEc - Massa Equatorial Continental

  • mTa - Massa Tropical Atlântica

  • mTc - Massa Tropical Continental (quente e seca)

  • mPa - Massa Polar Atlântica (fria e úmeda)

Atuação das massas de ar ao longo do ano:

No verão, predominam sobre o Brasil as massas de ar quentes e úmedas (mEc, mEa e mTa), além da massa quente e seca (mTc). Nesse período, a mEa tem uma influência significativa sobre o país.

No inverno, as massas de ar sofrem um leve deslocamento:

  • A mEc perde força e se retrai;

  • A mTa expande sua área de atuação;

  • A mTc tem pouca influência no Brasil;

  • A mPa, formada no sul da Argentina, aparece como um fator determinante no inverno. Inicialmente fria e úmeda, torna-se mais seca à medida que avança para a Amazônia Ocidental.

A mPa atinge o noroeste do Brasil, incluindo Rondônia, apenas quando é particularmente forte, subindo pelos vales dos rios Paraná e Paraguai. Essa massa é a principal responsável pela friagem amazônica, caracterizada pela queda repentina de temperatura em uma região normalmente quente.


Clima de Rondônia

O clima de uma região está associado às condições da circulação geral da atmosfera, incluindo perturbações transientes de escala sinóptica e fatores secundários influenciados pela topografia e pelos efeitos locais.

No Estado de Rondônia, o clima segue o padrão da macro região amazônica. O verão é o período mais chuvoso do ano, quando há intensa atividade convectiva devido à maior incidência de radiação solar. A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) e o Anticiclone do Atlântico Sul (AB) exercem forte influência sobre as chuvas no verão, enfraquecendo-se no inverno. Durante essa estação, os principais mecanismos de chuva incluem a brisa fluvial, linhas de instabilidade (LIs) e atividades convectivas locais de menor intensidade.

Regime de chuvas e temperaturas:

  • Período chuvoso: Outubro a abril

  • Período seco: Junho, julho e agosto

  • Precipitação anual: Entre 1.400 mm e 2.500 mm, sendo que mais de 90% dessa precipitação ocorre no período chuvoso.

Variação térmica:

  • Média anual da temperatura do ar: 25ºC a 27ºC

  • Temperatura máxima: Entre 31ºC e 35ºC

  • Temperatura mínima: Entre 17ºC e 23ºC

O regime térmico apresenta pouca variação ao longo do ano, com alterações mais acentuadas apenas durante a friagem, quando a temperatura pode cair consideravelmente devido à influência da mPa.

BORRACHA - Atração dos Nordestinos para a Amazônia

 BORRACHA - Atração dos Nordestinos para a Amazônia

O Ciclo da Borracha e a Nova Fronteira Econômica

A Amazônia foi redescoberta como uma fonte de imensa riqueza em meados do século XIX. Com o declínio do Ciclo do Ouro, iniciou-se o Ciclo da Borracha, promovendo um dos maiores fluxos migratórios para a região. Milhares de nordestinos, expulsos pela grande seca de 1877, deslocaram-se para os seringais amazônicos em busca de trabalho e melhores condições de vida.

O Primeiro Ciclo da Borracha não apenas impulsionou a economia da região, mas também desencadeou a Guerra do Acre (1899-1903), resultando, posteriormente, no Tratado de Petrópolis (1903). Esse tratado consolidou o domínio brasileiro sobre a região, abrindo caminho para a criação do Território de Guaporé (1943), atual estado de Rondônia.

Disputa pelo Controle da Borracha

Durante sua primeira fase (1911-1914), o Brasil se tornou o maior produtor mundial de borracha silvestre, tendo como principal concorrente a Bolívia. No entanto, a Bolívia enfrentava grandes dificuldades logísticas, pois seus seringais estavam localizados na porção oriental do país, dificultando o escoamento da produção até o Oceano Atlântico.

Em 20 de abril de 1867, Brasil e Bolívia assinaram o Tratado de Amizade, Limites, Navegação, Comércio e Extradição, dando início às negociações para a construção de uma via de transporte que ligasse os rios Madeira e Mamoré. Esse projeto, inicialmente boliviano, tinha como objetivo facilitar a exportação da borracha. A proximidade entre os seringais brasileiros e bolivianos resultou em uma crescente disputa territorial que culminou na Guerra do Acre, liderada pelo ex-major do Exército Plácido de Castro.

O Tratado de Petrópolis e a Ferrovia Madeira-Mamoré

Com a vitória do Brasil na Guerra do Acre, o território foi oficialmente incorporado ao país pelo Tratado de Petrópolis (1903). O Brasil assumiu o compromisso de:

  • Pagar 2 milhões de libras esterlinas à Bolívia;

  • Construir a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré (EFMM) para facilitar o transporte boliviano até o Atlântico;

  • Indenizar o Bolivian Syndicate em 114 mil libras esterlinas pelo arrendamento da região.

A ferrovia tornou-se um dos mais ambiciosos e problemáticos empreendimentos da época, envolvendo fraudes, corrupção e condições extremas de trabalho.

O Primeiro Ciclo da Borracha

A Bolívia, desde 1846, buscava uma rota de escoamento para sua produção de borracha. Foram elaborados dois projetos para solucionar esse impasse:

  1. Rota fluvial entre os rios Madeira e Mamoré;

  2. Construção de uma ferrovia ao longo da margem direita do rio Madeira até Santo Antônio.

O governo boliviano optou inicialmente pela rota fluvial e concedeu a construção da infraestrutura ao engenheiro inglês George Earl Church, que fundou a National Bolivian Navigation Company. No entanto, o projeto fracassou por falta de apoio financeiro, pois os bancos ingleses estavam mais interessados na construção da ferrovia, dado o controle britânico sobre a produção mundial de locomotivas e vagões, bem como sobre a importação da borracha amazônica.

Assim, foram iniciados os primeiros projetos para a Ferrovia Madeira-Mamoré, sob a supervisão de Earl Church. Nesse período, a fama das riquezas da borracha já havia atraído centenas de nordestinos, que, muitas vezes, cruzavam as fronteiras e ocupavam seringais bolivianos. Além dos trabalhadores, a região passou a ser ocupada por prisioneiros e exilados políticos brasileiros, que também contribuíram para a expansão econômica da Amazônia.

O Sistema de Exploração nos Seringais

O aumento da demanda pelo látex levou os seringalistas a intensificarem a exploração dos trabalhadores. Os seringueiros, impossibilitados de cultivar sua própria subsistência, ficaram completamente dependentes do sistema de barracão.

O barracão era o centro de comércio dentro dos seringais, onde os trabalhadores adquiriam suprimentos e vendiam sua produção. No entanto, os seringalistas manipulavam os preços de compra e venda, gerando lucros abusivos e uma permanente dívida para os seringueiros. Esse ciclo vicioso impedia a libertação dos trabalhadores, que permaneciam presos à exploração imposta pelos Coronéis de Barranco.

A estrutura de abastecimento das seringalistas estava concentrada em Manaus e Belém, e grande parte dos produtos consumidos era importada. Assim, quando o ciclo da borracha chegou ao fim, uma enorme população de trabalhadores ficou desamparada, sem alternativas para sua subsistência.

Conclusão

O Ciclo da Borracha foi um período de intensa exploração e transformação econômica na Amazônia. A chegada de milhares de nordestinos em busca de trabalho moldou a demografia da região e deixou marcas profundas em sua história. Apesar das riquezas geradas, a exploração do seringueiro e a dependência do sistema de barracão demonstram os altos custos sociais desse período.

O declínio da produção de borracha no Brasil e o surgimento de concorrentes no sudeste asiático deixaram milhares de trabalhadores sem perspectiva, revelando a fragilidade da economia baseada na monocultura extrativista. O legado desse ciclo, porém, permanece vivo na cultura e na identidade amazônica.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2025

História de Rondônia - PROF. ADÃO MARCOS GRACIANO

 LINK 01

https://wordwall.net/play/87011/136/757

LINK 02

https://wordwall.net/play/87010/012/725

LINK 03

https://wordwall.net/play/87010/012/338

LINK 04

https://kahoot.it/challenge/01007519

LINK05

https://kahoot.it/challenge/06096077


 


História de Rondônia

 

História de Rondônia

Prof. Adão Marcos Graciano Dos Santos

Rondônia é um dos 26 estados da federação do Brasil. Está situado na Região Norte, e sua capital é Porto Velho.
Quem nasce em Rondônia é chamado rondoniense ou rondoniano. O estado, anteriormente denominado Território Federal do Guaporé, recebeu, em 1956, o nome de Rondônia em homenagem a Cândido Mariano da Silva Rondon (1865-1958), o Marechal Cândido Rondon, sertanista e defensor dos indígenas, que muito contribuiu para a integração do estado ao restante do país.

Localização

O estado de Rondônia está localizado totalmente no hemisfério sul e faz fronteira:

  • Ao norte, com o estado do Amazonas;
  • No extremo oeste, com uma pequena faixa do estado do Acre;
  • A leste, com o estado do Mato Grosso;
  • A oeste e sudoeste, com a Bolívia.

O estado possui uma área de 237.765,233 km².

Histórico

A colonização portuguesa no território de Rondônia ocorreu apenas no final do século XVIII, com a chegada das bandeiras que encontraram ouro em Mato Grosso e Goiás. No século XIX, durante o Ciclo da Borracha, a região teve um considerável desenvolvimento.

Para escoar a produção de borracha brasileira e boliviana, iniciou-se, em 1907, a construção da Ferrovia Madeira-Mamoré. Embora tenha custado a vida de mais de 6 mil operários, conseguiu-se construir 366 km de linha férrea. No entanto, com o declínio da borracha, a ferrovia tornou-se obsoleta e deixou de operar em 1972.

População

Rondônia tem uma população de 1.757.589 pessoas, distribuídas em 52 municípios. A maior parte dos habitantes (74%) vive nas cidades, enquanto 26% reside na zona rural.

As principais cidades são: Ariquemes, Ouro Preto do Oeste, Ji-Paraná, Cacoal, Pimenta Bueno, Guajará-Mirim, Jaru e Vilhena.

A densidade demográfica do estado é 6,58 hab/km².

Economia

As atividades econômicas do estado ainda estão centradas no setor primário. Embora a extração da borracha tenha sofrido considerável declínio, ainda é das seringueiras que se extrai o principal produto do extrativismo rondoniano.

Além do látex, a coleta da castanha-do-brasil e a exploração da madeira são fontes importantes de exportação para o estado.

A produção agrícola de grãos como soja, feijão, arroz, milho e café, assim como a pecuária bovina, representam um significativo crescimento na geração de emprego e renda.

A mineração, embora em menor escala, também contribui para o PIB rondoniano.

Relevo

O relevo de Rondônia é composto por planícies fluviais e planaltos de baixas altitudes, variando entre 100 a 300 metros. No entanto, na Serra dos Parecis e na Serra dos Pacaás, algumas elevações podem alcançar 1.126 metros de altitude.

Clima

O clima de Rondônia é equatorial úmido, caracterizado por:

  • Altíssima umidade;
  • Temperatura média de 26ºC;
  • Pouca variação térmica ao longo do ano.

O estado apresenta um fenômeno climático atípico chamado "friagem", que faz com que a temperatura caia bruscamente, podendo chegar a 10°C.

Os índices pluviométricos podem alcançar 2.100 mm anuais, com chuvas concentradas entre setembro e maio.

Vegetação

A vegetação predominante em Rondônia é a Floresta Amazônica, caracterizada pelo clima úmido e por diferentes fisionomias vegetais, conforme a presença de água em suas margens ou em áreas alagadas.

Entretanto, algumas áreas do estado são cobertas pelo Cerrado, um bioma caracterizado por duas estações bem definidas: uma chuvosa e outra seca, na qual as árvores perdem as folhas como forma de adaptação.

Hidrografia

A hidrografia de Rondônia é dominada pela Bacia do Rio Madeira, um dos principais afluentes do Rio Amazonas.

Os rios do estado desempenham papel fundamental para:

  • A navegação;
  • O escoamento da produção agrícola e madeireira;
  • O transporte de pessoas.

Os principais rios do estado são: Madeira, Guaporé, Mamoré, Ji-Paraná e Roosevelt.

 

Histórico Político do Município de Santa Luzia D'Oeste – RO

 

Histórico Político do Município de Santa Luzia D'Oeste – RO

Santa Luzia D'Oeste é um município brasileiro do Estado de Rondônia.

Localiza-se a uma latitude11º51'20”sul e a ma longitude 61º47'00" oeste, estando a uma altitude de 260 metros. Sua população estimada, censo IBGE 2024 de 7.419 Habitantes. Possui uma área de 1.187,75 km².

Em outubro de 1978 surgiu o loteamento da área urbana com o nome "Vila Bambu" lançado pelo INCRA. Decreto Lei nº 80511.

No dia 15 de agosto de 1979 às 14h00min chegava o primeiro morador da Vila Bambu, que em dezembro de 1979 às 18h00min, passou a chamar-se Vila de Santa Luzia

A denominação atual foi dada pelo ex-governador do então Território Federal de Rondônia, Coronel Jorge Teixeira de Oliveira, o qual a se curar de uma moléstia acometida em sua visão, procurou homenagear "Santa Luzia " que é considerada a protetora dos olhos.
Em 1979 foi construído o primeiro prédio de pau-a-pique para funcionar como igreja e escola, na qual trabalharam as primeiras professoras: Josefina Rodrigues Soares e Soeli Duarte Dias.

Em janeiro de 1980 foi inaugurado o colégio Juscelino Kubitschek.
O ex-governador Jorge Teixeira de Oliveira nomeou o Sr Catarino Cardoso como primeiro administrador da então Vila de Santa Luzia, seguido de Cesar Cassol, Valdir Roberto da Silva, Armando Marcelino e Mario Tochio Hirano.

O município de Santa Luzia D'Oeste, foi criado no dia 11 de maio de 1986, através da Lei Estadual nº 100, publicada no Diário Oficial do Estado em 14 de maio de 1986, sendo desmembrado de Rolim de Moura. Após a emancipação do município de Santa Luzia D'Oeste, o primeiro administrador foi César Cassol nomeado pelo então prefeito de Rolim de Moura Valdir Raupp de Matos até as eleições de 15/11/1986.

Pedro de Lima Paz, foi o primeiro prefeito eleito pelo voto popular, no dia 15 de novembro de 1986, para o biênio de 1987 e 1988, tomando posse no dia 31 de dezembro de 1986. Sendo seu vice-prefeito Armando Marcelino.

Histórico dos Ex-Presidentes da Câmara Municipal (1987–2024)

1ª Legislatura (1987/1988)

  • Presidentes:
    • Alberto Matt (1987)
    • Valdemir Sebastião Constantino (1988)
  • Vereadores:
    • Anael Ferreira Clara
    • Emir Rodrigues
    • Gilvani Pereira Franco
    • Licério Geraldo Senn
    • Luiz Vieira do Nascimento
    • Manoel Procópio de Souza
    • Sebastião Cherubim Barbosa
    • Vilson Baccon Soares
    • Sebastião Barros da Silva
  • Suplente:
    • Miguel Amâncio de Souza

2ª Legislatura (1989-1992)

  • Presidentes:
    • Valdemir Sebastião Constantino (1989/1990)
    • Luiz Vieira do Nascimento (1991/1992)
  • Vereadores:
    • Armando Marcelino
    • Cristiano Antunes de Souza
    • Daniel Rodrigues de Souza
    • Ezequiel Pereira dos Reis
    • Francisco Carlos Sátimo
    • José Sanguinini
    • Manoel Procópio de Souza
    • Miguel Amâncio de Souza
    • Sebastião Barros da Silva

3ª Legislatura (1993-1996)

  • Presidentes:
    • José Sanguinini (1994/1995)
    • Miguel Amâncio de Souza (1996/1997)
  • Vereadores Eleitos:
    • Ezequiel Pereira dos Reis (PPR) - 186 votos
    • Celso de Oliveira Souza (PL) - 204 votos
    • José Sanguinini (PPB) - 185 votos
    • Manoel Procópio de Souza (PTB) - 170 votos
    • Ivonete Alves Chalegra (PSDB) - 150 votos
    • José Gomes Pessoa - 146 votos
    • Luiz Vieira do Nascimento (PSDB) - 156 votos
    • Miguel Amâncio de Souza (PDT) - 128 votos
    • Levindo Rodrigues de Souza (PDT) - 120 votos
    • Luiz Carlos Rosa da Silva (PDT) - 118 votos
    • Eduardo Barros da Silva (PMDB) - 118 votos
  • Suplentes:
    • Osvaldo Amâncio dos Santos
    • Vilson Coutinho Letra

4ª Legislatura (1997-2000)

  • Presidentes:
    • Celso de Oliveira Souza (1997/1998)
    • Ezequiel Pereira dos Reis (1999/2000)
  • Vereadores Eleitos:
    • Vilson Coutinho Letra (PSDB) - 344 votos
    • Valdir Matt (PPB) - 295 votos
    • José Gomes Pessoa (PL) - 261 votos
    • Edson Genuíno de Souza (PMDB) - 264 votos
    • Abel Rodrigues de Oliveira (PTB) - 237 votos
    • Eduardo Barros da Silva (PPB) - 235 votos
    • José Sanguinini (PPB) - 203 votos
    • José Wilson dos Santos (PSDC) - 181 votos
    • Nirta Pereira de Souza (PMDB) - 151 votos
  • Suplente:
    • Paulo Peterson (PL) - 119 votos

5ª Legislatura (2001-2004)

Vereadores Eleitos:

  • Luciana Oliveira Souza (PSL) - 423 votos
  • Abel Rodrigues de Oliveira (PSDC) - 333 votos (Presidente, 2001/2004)
  • José Gomes Pessoa (PL) - 275 votos
  • José Aparecido Saraiva (PTB) - 254 votos
  • Paulo Petersen (PL) - 255 votos
  • José Zezito Carvalho Moreira (PDT) - 261 votos
  • Valdir Matt (PFL) - 228 votos
  • Sivair José Alves (PSL) - 223 votos
  • Antonio Donizete da Silva (PSDB) - 185 votos
  • Vilson Coutinho Letra (PSDB) - 176 votos
  • Genair Capeline (PT) - 147 votos

Suplentes:

  • Devair Velho (PSDB) - 155 votos
  • Celso Alves Chalegra (PPB) - 143 votos

6ª Legislatura (2005-2008)

Vereadores Eleitos:

  • Jurandir Oliveira Araújo (PDT) - 475 votos (Presidente, 2005/2008)
  • José Wilson dos Santos (PPS) - 277 votos
  • Valdir Matt (PSDB) - 203 votos
  • José Gilberto Peixoto (PPS) - 193 votos
  • Devair Velho (PSDB) - 232 votos
  • Eliabe Ferreira Pinto (PSDC) - 232 votos
  • Genair Capeline (PT) - 148 votos
  • Edivar Luiz Lampugnani (PTN) - 121 votos
  • Francisco Leite de Souza (PDT) - 105 votos

7ª Legislatura (2009-2012)

Vereadores Eleitos:

  • José Antônio Justiniano dos Santos (DEM) - 333 votos (Presidente, 2011/2012)
  • Gildecio Lôbo de Almeida (PSL) - 329 votos
  • José Wilson dos Santos (PSB) - 280 votos
  • Elder Rodrigues de Oliveira (DEM) - 274 votos
  • Uesnei Cleiton da Silva (PSB) - 273 votos
  • Ernandes Capelini (PT) - 209 votos (Presidente, 2009/2010)
  • Valdir Matt (PP) - 195 votos
  • Adão Marcos Graciano dos Santos (PT) - 146 votos
  • Adair Cardoso Batista (PSDC) - 144 votos

8ª Legislatura (2013-2016)

Vereadores Eleitos:

  • Thiago do Zezito (PSDB) - 326 votos (Presidente, 2013/2016)
  • Sivair do Hospital (PTB) - 325 votos
  • Adair Cardoso (PSDC) - 317 votos
  • Nei da Câmara (PSB) - 308 votos
  • José Wilson (PSB) - 283 votos
  • Professora Mara (PMDB) - 250 votos
  • Carriola (PTN) - 167 votos
  • Pirulito (DEM) - 168 votos
  • Sergio Ricardo (PT) - 199 votos

Eventos Notáveis:

  • 05/05/2014: Vereador Uesnei Cleiton da Silva foi cassado por quebra de decoro parlamentar, com 7 votos favoráveis e 2 contrários. Suplente Edonias Pires (PMDB) assumiu.
  • 16/05/2014: Por decisão judicial, vereador Nei da Câmara retornou à Câmara Municipal (Processo nº 0000714-29.2014.822.0018).
  • 19/05/2014: Vereador Uesnei Cleiton da Silva reassumiu seu mandato.

9ª Legislatura (2017-2020)

Vereadores Eleitos:

  • Uesnei Cleiton da Silva - 533 votos (Eleito por Quociente Partidário - QP)
  • José Wilson dos Santos - 337 votos (Eleito por QP)
  • Laércio de Aguiar - 320 votos (Eleito por QP)
  • Thiago Pinheiro Moreira - 306 votos (Eleito por QP)
  • José Antônio Justiniano dos Santos - 302 votos (Eleito por QP)
  • Edvar Luiz Lampugnani - 259 votos (Eleito por QP)
  • Sivair José Alves - 236 votos (Eleito por QP)
  • Zelindo Franskoviak - 206 votos (Eleito por média)
  • Aldair Leite Rodrigues - 197 votos (Eleito por QP)

10ª Legislatura (2021-2024)

Vereadores Eleitos:

  • Tico do Posto (REPUBLICANOS) - 271 votos
  • Professor Reginaldo (DEM) - 266 votos
  • Sivair da Saúde (PDT) - 249 votos
  • Laércio (PDT) - 237 votos
  • José Wilson (MDB) - 227 votos (Presidente, 2021/2022)
  • Aldair Leite (PDT) - 218 votos (Presidente, 2022/2024)
  • Serli Matt (DEM) - 197 votos
  • Pirulito (PSD) - 180 votos
  • Neto da Agricultura (REPUBLICANOS) - 145 votos

11ª Legislatura (2025-2028)

Vereadores Eleitos:

  • Rafael Almeida Nascimento (PSD) - 369 votos (7,19%)
  • Aldair Leite Rodrigues (UNIÃO) - 362 votos (7,06%)- (Presidente (2025/2026)
  • Carlos Alberto Silva (PSD) - 309 votos (6,02%)
  • Reginaldo Almiro da Costa (PODE) - 286 votos (5,58%)
  • Zelindo Franskoviak (PSD) - 284 votos (5,54%)
  • José Wilson dos Santos (UNIÃO) - 258 votos (5,03%)
  • Serli Matt (UNIÃO) - 254 votos (4,95%)
  • Vinícius Ferreira Barbosa (UNIÃO) - 248 votos (4,83%)
  • Alex José Cardoso Leal (PODE) - 197 votos (3,80%)

Eleições Municipais de Santa Luzia D'Oeste – RO (1986-2024)

Este histórico apresenta os prefeitos e vice-prefeitos eleitos no município de Santa Luzia D'Oeste, destacando os resultados das eleições e a participação dos candidatos ao longo dos anos.


1986

  • Prefeito Eleito: Pedro de Lima Paz
  • Vice-Prefeito: Armando Marcelino

1988

  • Prefeito Eleito: Cesar Cassol (PMDB)
  • Vice-Prefeito: Osvaldo Pavan – 1.640 votos
  • Outros Candidatos:
    • Paulo Rodrigues (PTB) – 1.444 votos
    • Antonio Reinaldo (PT) – 349 votos

1992

  • Prefeito Eleito: José Raimundo Pio (PDT)
  • Vice-Prefeito: Sebastião Barros da Silva – 2.109 votos
  • Outros Candidatos:
    • Abílio Xavier – 1.855 votos
    • João Lampugnani (PSDB) – 1.263 votos
    • Pedro Braz Calixto (PT) – 593 votos

1996

  • Prefeito Eleito: Pedro de Lima Paz (PP)
  • Vice-Prefeito: João Lampugnani – 2.627 votos (45,46%)
  • Outros Candidatos:
    • Luciano Ormastroni (PMDB) – 1.639 votos (28,36%)
    • Altivo Geraldo (PFL) – 1.512 votos (26,16%)

2000

  • Prefeito Eleito: Nelson José Velho (PSDB)
  • Vice-Prefeito: João Lampugnani – 2.675 votos (40,64%)
  • Outros Candidatos:
    • Pedro Lima (PFL) – 2.407 votos (36,57%)
    • Márcia Cecília (PT) – 1.499 votos (22,77%)

2004

  • Prefeito Eleito: Nelson José Velho (PSDB)
  • Vice-Prefeito: Abel Rodrigues de Oliveira – 2.318 votos (38,38%)
  • Outros Candidatos:
    • Márcia Cecília (PT) – 1.461 votos (24,19%) (Assumiu a prefeitura por seis meses)
    • Paeta (PSL) – 1.184 votos (19,60%)
    • Zezito (PDT) – 1.076 votos (17,81%)

2008

  • Prefeito Eleito: Luza da Cassol (PTN)
  • Vice-Prefeito: Genair Capelini (PT) – 2.558 votos (44,15%)
  • Outros Candidatos:
    • Jurandir da PM (PMDB) – 2.302 votos (39,73%)
    • Celso Popó (PSDB) – 934 votos (16,12%)

2012

  • Prefeito Eleito: Jurandir Oliveira Araújo (PMDB)
  • Vice-Prefeito: Nelson José Velho (PTB) – 3.098 votos (54,61%)
  • Outros Candidatos:
    • Cloreni Matt (PTN) – 1.098 votos (19,35%)
    • Ernandes Capelini (PT) – 1.477 votos (26,04%)

2016

  • Prefeito Eleito: Nelson José Velho (PP) – 2.635 votos (52,13%)
  • Vice-Prefeito: Ernandes Capeline (PT)
  • Outros Candidatos:
    • Adair Cardoso Batista (DEM) – 2.420 votos (47,87%)
    • Valdir Gonçalves do Prado – 360 votos (6,49%)

2020

  • Prefeito Eleito: Jurandir de Oliveira (PODE) – 2.755 votos (55,29%)
  • Vice-Prefeito: Uesnei Cleiton
  • Outros Candidatos:
    • Perito Vark (PATRI) – 2.228 votos (44,71%)

2024

  • Prefeito Eleito: Jurandir de Oliveira (UNIÃO) – 4.340 votos (88,61%)
  • Vice-Prefeito: Uesnei Cleiton
  • Outros Candidatos:
    • Didi da Pomba (AVANTE) – 558 votos (11,39%)

A eleição de 2024 registrou:

  • Abstenção: 24,51%
  • Votos brancos: 3,63%
  • Votos nulos: 4,16%

 

1 º C GEOGRFIA

 LINK  https://wayground.com/join?gc=57950814